terça-feira, 24 de março de 2009

Existe um momento
que me tomo por
morto [em vida

Sinto a brise da manhã
como um vento de morte
viva

E a paranóia dos
loucos depressivos me
mata [aos poucos

Só até o telefone
dispirar a tocar
vivida [mente


Eis que me irradia
uma luz de
sobreviver.

Sobreviver é viver a sobrevida
A sobrevida do zumbis
a morte em vida.

Os ventos são naturais
e não interrompem jamais

Ai de mim! Se ao menos tivesse tantas ligações quanto brisas!

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