quinta-feira, 12 de fevereiro de 2009
dolce vita.
"Não se interessava pela inovação formal como tal: se no Inconsciente se expressava num fluxo aleatório de palavras, ou no meticuloso estilo acadêmico século XIX em que Salvador Dali pintava sesus delinqüentes relógios em paisagens desertas, pouco importava. O que contava era reconhecer a capacidade da imaginação espontânea , não mediada por sistemas de controle racional, para extrair coesão do incoerente, e uma lógica aparentemente necessária do visivelmente ilógico ou mesmo impossível. "
É assim que encaro a arte. E a arte nada mais é que uma metáfora da vida.
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